Empresa certificada no ramo da Manutenção (Aramus) admite para realização de estágio profissional um Técnico Superior de Segurança e Higiene no Trabalho, com o seguinte perfil:
- Técnico Superior de SHT (nível V)
- Formação superior em Engenharia
- Bons conhecimentos de informática na óptica do utilizador
- Pessoa Dinâmica e Proactiva
- Bom relacionamento interpessoal
Resposta com envio de Currículo para: geral@aramus.pt
in Net-Empregos

O relatório OSH in the school curriculum: requirements and activities in the EU Member States da European Agency for Safety and Health at Work, analisa a forma como os Estados-Membros da União Europeia têm vindo a incluir a Segurança e Saúde do Trabalho (SST) nos programas escolares dos respectivos países.
Esta inclusão (formal) é encarada como uma forma de reforçar o ensino em matéria de SST nas escolas e nos estabelecimentos de ensino superior.
De acordo com o relatório têm-se verificado alguns progressos e uma actividade significativa no que diz respeito aos níveis do ensino primário e secundário. O relatório aponta ainda alguns factores de sucesso para a integração da SST nos programas escolares.
Sugiro a leitura do documento, com especial enfâse a partir da página 101, cujo conteúdo é dedicado a Portugal.
The importance of taking a twin-track approach to the safety of young workers — through the classroom and in the workplace — is now well recognised in the field of occupational safety and health (OSH) and it has held a prominent position in the European Community health and safety strategy since 2002.
In support of the Community strategy goals on mainstreaming OSH into education, the European Agency for Safety and Health at Work has been gathering and analysing individual examples of good practice in the area. One finding of its previous work is the importance of formally including OSH and risk education in the education curriculum in order to ensure that it finds its way into the classroom in a systematic, consistent and enduring way. Therefore, the aim of this report is to present a review of the extent to which the Member States are taking the ‘curriculum’ approach, and the form it is taking.
This overview is timely, as reforms to the education curriculum are rapidly being implemented in the Member States, partly as a result of the European cooperation strategies on education that have been agreed by the Member States. In view of this, the report finds that there is both a convergence of the actions being taken to include risk education in the curriculum and a diversity in approach due to the differing national contexts and differing situations at the various levels of education.
The report provides both an overview of national situations and also suggestions for the way forward. As this is a rapidly developing area it is hoped that the report will come at a timely moment to assist all those working in the area, including OSH, education and curriculum authorities, and also those closer to and within the classroom who are seeking to promote risk education in schools, colleges and universities.
Jukka Takala
Director
European Agency for Safety and Health at Work
July 2009
Fonte: Saúde Ambiental…

Foi publicado no passado dia 18 de Setembro de 2009 (sexta-feira), o Despacho n.º 21131/2009 que torna publico o plano de estudos do ciclo de estudos conducente ao grau de mestre na especialidade de Segurança e Higiene no Trabalho da Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa do Instituto Politécnico de Lisboa, cujo funcionamento foi autorizado por despacho de 17 de Agosto de 2009, do Senhor Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Este é um 2.º ciclo de estudos que tem a duração de 3 semestres, com a atribuição de 90 créditos.
Fonte: Saúde Ambiental…
Dois alunos do curso Técnico em Segurança do Trabalho, do Senac do Rio Grande, foram escolhidos para participar da 3ª Feira Estadual de Ciência e Tecnologia da Educação Profissional (FECiTEP). O evento acontecerá de 1 a 3 de outubro na Instituição Evangélica de Novo Hamburgo.
O trabalho, de autoria dos alunos Thiago Pires Briese e Neusa Maria Cantos Caldeiras, tem como título: “Avaliando a aplicabilidade da norma de segurança da indústria da construção e da sinalização das frentes de trabalho, na rodovia RS-734 (Rio Grande – Cassino)”, a orientação foi do professor Domingos Antônio Lopes.
O evento busca aprimorar a interação e a troca de experiências entre as redes que oferecem educação profissional no Rio Grande do Sul, servindo como espaço didático-pedagógico para o desenvolvimento de novos saberes e tecnologias.
Fonte: Jornal Agora
Apesar dos evidentes avanços, seja em termos tecnológicos ou em relação à conscientização de trabalhadores da construção civil quanto à importância da prevenção, os acidentes de trabalho nesse setor ainda existem e, em conseqüência, as mortes também. Mesmo com redução brusca nos índices de óbitos em canteiros de obras, o risco, atestam técnicos que participaram ontem da Mega Sipat (Semana Interna de Prevenção a Acidentes de Trabalho), promovida pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP) em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), ainda existe em função da falta de adoção de hábitos que, incorporados ao dia-a-dia, resultariam na preservação de vidas.
“Legislações, temos muitas. Precisamos mesmo é mudar corações e mentes, com a educação desde os empregados até a outra ponta”, aponta Nelson Martins Pereira, técnico em segurança do trabalho do Senai da Capital. Pereira destaca a alteração de normas que, desde 1994, diminuiu drasticamente a quantidade de mortes nos canteiros de obras. Apesar do menor número de acidentes fatais observado com a mudança de 15 anos atrás, ele se diz contra a frieza dos números em se tratando de vidas. “Trabalho de prevenção tem de ser contínuo e árduo”, enfatiza ele, que ontem ministrou palestra sobre soterramentos em construção civil.
Segundo o técnico, o tema discorrido em sua palestra é a terceira causa de mortes em canteiros de obras, superada apenas por quedas e choques elétricos, acidentes que, aponta, ocorrem em grande parte por desatenção com questões de segurança, seja quanto aos equipamentos obrigatórios ou adequação de espaços. “Ainda se trabalha com muita improvisação, com a segurança deixada a terceiro plano”, atribui.
A falta de informações específicas sobre acidentes do gênero no País também contribuem de forma negativa para o trabalho de prevenção desenvolvido por técnicos da área. “Em 1994, em São Paulo, foram registradas 130 mortes em construções. Neste ano foram 12, também na capital”, compara. “A queda nas mortes é grande, mas ainda existem, sendo que no Interior não temos números exatos”, aponta. “A informação ainda é precária no País”, lamenta.
Apesar dos casos relacionados à desatenção com itens de segurança, evidenciados, como afirmou Pereira, pelas “gambiarras” nos canteiros de obras, os avanços tanto no desenvolvimento de novos itens de segurança quanto também na conscientização de trabalhadores são enaltecidos pelos técnicos participantes, que mesmo com melhorias, advertem: “relaxar, jamais”. “Fazemos visitas periódicas nos canteiros”, detalha. “É algo que é preciso ser repetido diariamente”, acrescenta o técnico Roque Quadrado Filho, do Senai de Bauru, que, também no evento de ontem, ministrou palestra com o tema voltado para a sustentabilidade na construção civil.
A formação deve enfatizar profissionais atentos à prevenção nos acidentes de trabalho. Ele exemplifica essa preocupação com o núcleo específico à questão mantido pelo Senai, cujo prédio de construção civil é recém-inaugurado. “São 200 alunos nos cursos de técnico em edificações, mestre de obras, pintor, pedreiro e instalador hidráulico”, enumera Quadrado Filho, ao destacar que Bauru é a primeira cidade do Interior do Estado a contar com Núcleo de Construção Civil.
Fonte: Jornal da cidade de Baurau
Entra hoje em vigor o novo regime aplicável às contra-ordenações laborais e de segurança social, que permite às empresas pagar as coimas pelo valor mínimo, desde que efectuem o respectivo pagamento voluntariamente, no prazo de 15 dias seguintes à respectiva notificação.
O pagamento da coima nestas circunstâncias evitará também o pagamento das custas do processo. Se o pagamento voluntário da coima for feito após o prazo de 15 dias, mas antes da decisão da autoridade administrativa competente, a coima também poderá ser liquidada pelo valor mínimo, mas a empresa prevaricadora já terá de pagar as custas.
Para o Inspector-Geral do Trabalho, o pagamento voluntário das coimas traz vantagens quer para as empresas, quer para as entidades a quem compete aplicar o novo regime de contra-ordenações – a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) e o Instituto da Segurança Social (ISS).
“Com o pagamento voluntário das coimas, as empresas ficam menos oneradas e os serviços da ACT e do ISS ficam mais aliviados de processos”, disse à Lusa Paulo Morgado de Carvalho.
Este novo regime vem ainda unificar os procedimentos processuais, pelo que os inspectores das duas entidades (ACT e ISS) podem actuar quando detectam infracções relativas à área de competência da outra autoridade. Isto permitirá uma simplificação de procedimentos e uma maior rapidez na conclusão dos processos, segundo o Inspector-geral do Trabalho.
O novo regime prevê ainda o alargamento do prazo de prescrição dos processos de contra-ordenação para os cinco anos, quando os prazos anteriores eram de um, três e cinco anos, o que impedia, por vezes, a conclusão dos processos antes de prescreverem.
O valor das coimas a aplicar em caso de contra-ordenação na área laboral está definido no Código do Trabalho, podendo variar consoante a gravidade da infracção e o volume de negócios do infractor. A coima mais baixa prevista no Código é de 204 euros e a coima mais elevada é de 61.200 euros.
Fonte: Jornal de Negócios Online



