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Contando a história da Prevenção de Acidentes

Friday, January 23rd, 2009 | História, Organizações with 4 Comments

A SOBES, Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança, tem uma página onde aborda brevemente a história da Prevenção de Acidentes, ou seja, da Segurança do Trabalho.

O início da Prevenção de Acidentes surge ligada à medicina. As consequências dos acidentes de trabalho chegavam às mãos dos médicos, que eram quem se deparava com o sofrimento que eles geravam. Foram, assim, os médicos que tomaram a liderança desta área.

Por isto, a Prevenção de Acidentes de Trabalho nasce ligada às consequências dos acidentes. Que só eram considerados importantes e merecedores de tratamento se tivesse danos pessoais. E surgem as estatísticas de acidentes apenas para estes casos.

A Prevenção de Acidentes encontra-se, nos seu início, com um enfoque mais reactivo que preventivo.

Na década de 30, com o trabalho de Heinrich Industrial Accident Prevention, este mostra que, para cada 300 acidentes sem danos humanos, ocorria 1 acidente grave com danos humanos. Este estudo mostrava que, ao estudar e investigar apenas os acidentes com danos humanos, se perdia uma grande quantidade de informação importantes. E dá-se, então, uma mudança para um paradigma mais preventivo.

A engenharia entra na Segurança do Trabalho mais tarde. Inicialmente, apenas preocupada com os problemas directamente relacionados com a produção, só bastante mais tarde se interessa pela área da Prevenção de Acidentes.

No Brasil, na década de 40, surge a ABPA, Associação Brasileira de Prevenção de Acidentes, quando empresários, industriais e empregadores, começam a perceber que a Prevenção de Acidentes era bom negócio.

Apesar desta realidade ser brasileira, com alguma facilidade poderá ser transposta para a realidade nacional. Também aqui a Segurança do Trabalho foi, e ainda é (?), liderada pela profissão médica.

Hoje, a SOBES, na sua página inicial, apresenta-nos o artigo “A sub-notificação dos acidentes de trabalho” da autoria do Engº Josevan Ursine Fudoli – Presidente da Sociedade Brasileira de Engenharia de Segurança e publicado na Revista CIPA nº 345, de agosto/08 e que termina concluindo que “os conceitos técnicos, legais e prevencionistas dos acidentes do trabalho devem ser seguidos e praticados, para construir uma estatística confiável e representativa da situação acidentária brasileira, visando o estudo das causas raízes dos acidentes, para evitar sua repetição, não cabendo às empresas extrapolar sua criatividade em matéria legalmente normalizada pelos órgãos competentes.”

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Sociedad Española de Medicina y Seguridad del Trabajo

Thursday, January 15th, 2009 | Organizações with No Comments »

La Sociedad Española de Medicina y Seguridad del Trabajo (SEMST), fundada en 1956, constituye actualmente una federación de Sociedades de ámbito autonómico que agrupan a más de 3000 profesionales de la prevención de riesgos laborales.
Su Junta Rectora está constituida por dos representantes de cada una de sus 12 Sociedades constituyentes. Su Presidente es nombrado en asamblea de sus socios, siendo presentada y avalada su candidatura por alguna de estas Sociedades.
Las distintas Sociedades tienen su vida propia y autónoma organizando actos y actividades fundamentalmente de formación y divulgación. Algunas de ellas disponen de publicaciones regulares y presencia en Internet.

La SEMST constituye una sociedad multidisciplinar que representa un lugar de encuentro para sus asociados y para los profesionales de la prevención de riesgos laborales y ofrece, a través de las Sociedades que la integran, cursos de formación continuada, fondo bibliográfico, asesoramiento técnico e interlocución con las autoridades laborales y sanitarias (autonómicas y estatales) y con organizaciones empresariales y sindicales, vinculación e intercambio con otras sociedades científicas españolas y extranjeras y, al mismo tiempo, vela para que los profesionales puedan desarrollar su labor en las debidas condiciones éticas, científicas y laborales, luchando para conseguir un nivel científico alto y riguroso de formación de las distintas especialidades y el perfeccionamiento profesional constante. Todo ello para mejorar la salud y seguridad en los puestos de trabajo, fomentar las empresas saludables y la cultura del trabajo seguro en nuestro país.

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